Com a estreia da live action de City Hunter, hoje o poste é sobre o anime. Durante a época da pandemia finalmente pude assistir animes como Lupin III, City Hunter e outros animes que nunca passaram no Brasil.
Há muito tempo eu queria assistir City Hunter, assim como o citado Lupin, eu procurava desde os tempos do fotolog. Fiquei sabendo desse anime por causa de uma resenha do filme de Jackie Chan baseado no anime/mangá. O anime lembra muito um bom filme de ação dos anos 80.
O anime conta história de Ryo Saeba,um freelancer que tanto pode fazer o serviço de guarda-costas com de detive particular quase sempre de belas mulheres. Ryo é um exímio atirador e também é um mulherengo. Depois de um certo evento Ryo ganha como parceira Kaori.
Eu gostei muito da Kaori, apesar do jeito de Tomboy dela, ela tem um lado muito meigo. Confesso que Kaori me surpreendeu bastante, porque eu pensei que era mais uma personagem feminina masculinizada insuportável que se tem aos montes.
Achei o relacionamento de Ryo e Kaori parecido com o Ysuke e Keiko de Yu Yu Hakusho. As cenas da Kaori tirando a marreta para bater no Ryo são hilárias. Outros personagens que se destacam são Umibozu e Saeko.
Achei que Ryo, Saeko e Umibozu lembram um pouco Lupin, Fujiko e Jigen de Lupin III. Provavelmente são inspirados neles como os personagens de Cowboy Beop.
A trilha sonora do anime é muito boa também e pra quem gosta da música dos anos 80 é uma alegria.
Até o momento ainda não consegui assistir as live actions coreana e francesa da obra. A francesa parece ser muito fiel ao original.
Assistindo ao anime eu não consigo entender por que ele não foi exibido no Brasil na época do fenômeno dos Cavaleiros do Zodíaco.
